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segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Choveu, deu trilha

Após uma chuvinha que persistiu por toda a noite, não tive como resistir... Coloquei pilha e agitei uma galera para um passeio em busca de lama, porque a tal da poeira já está de bom tamanho.


Assim, saímos na tarde de domingo em busca daquilo que amamos: aventura off road. + Fotos



Deu bom! 

terça-feira, 7 de novembro de 2017

Motorista que estourar limite de 20 pontos perderá CNH por 6 meses

Desde 1º de novembro, o motorista que acumular 20 pontos ou mais na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) terá a carteira suspensa por pelo menos seis meses. O alerta é do Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran.SP). Antes, o tempo mínimo era de um mês. O máximo permanece em 12 meses.


O período maior de suspensão foi estabelecido pela Lei Federal nº 13.281, que promoveu alterações no Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Em vigor desde novembro de 2016, a norma produzirá efeitos nos processos de suspensões a partir de agora porque o condutor é penalizado ao somar ou ultrapassar 20 pontos no período de 12 meses contados a partir da primeira infração.

Motoristas reincidentes na perda da CNH no período de um ano receberão a pena mínima de oito meses. Atualmente, nesses casos, é de seis meses. Já o tempo máximo permanece em 24 meses.

Quem foi notificado sobre a instauração do processo e acumular pontuação de infrações cometidas antes de 1º de novembro de 2016 ainda receberá penalidade de acordo com a regra anterior, partindo de um mês de suspensão. O prazo total é estipulado de acordo com o histórico do cidadão e da gravidade das infrações que constam em seu prontuário.

Entenda como funciona o processo de suspensão

O condutor não tem a habilitação suspensa imediatamente após somar os 20 pontos na CNH. Ele é notificado pelo Detran sobre a abertura do processo e tem o direito de apresentar defesa em diversas instâncias, conforme garante a legislação federal. O recurso pode ser apresentado de forma online no portal www.detran.sp.gov.br.

Ao ter a suspensão decretada, o cidadão recebe uma notificação para comparecer à unidade do Detran, entregar a habilitação e assinar o termo de suspensão, quando terá início o cumprimento da pena. A partir desse momento, o motorista está impedido de dirigir. Caso conduza qualquer veículo, poderá ter a habilitação cassada por dois anos.

Depois de cumprir a suspensão, a CNH será restituída e o motorista poderá voltar ao volante após apresentar o certificado de conclusão do curso de reciclagem – oferecido pelos Centros de Formação de Condutores (CFCs) de forma presencial ou a distância. Quem tem a habilitação cassada, além da reciclagem, tem de refazer os exames médico, psicotécnico, teórico e prático de direção veicular.

Dados do Detran.SP mostram que a média mensal de suspensão da CNH cresceu 50% de 2015 para 2017 no Estado. Neste ano, entre janeiro e setembro, 424.625 condutores iniciaram o cumprimento da suspensão, enquanto em todo o ano de 2015 foram 377.341. Na Capital paulista, a média de habilitações suspensas cresceu 55%. Em 2017, foram 187.266 suspensões, ante 160.999 em 2015.

Os números incluem tanto as suspensões por somatória de pontos quanto as decorrentes de uma única infração que por si só leva à privação do direito de dirigir, como misturar bebida e direção, ultrapassar em 50% a velocidade máxima permitida na via ou praticar racha, por exemplo.

Fonte: http://www.ocarreteiro.com.br/motorista-que-atingir-20-pontos-na-cnh-fica-suspenso-por-pelo-menos-6-meses/

terça-feira, 31 de outubro de 2017

4ª Trilha do Batom

Aconteceu no último final de semana mais uma Trilha do Batom, evento dedicado as mulheres e amado pelas jeepeiras de plantão.


Este ano o evento foi organizado pelo Jeep Clube de Campos, que manteve, ou até superou, as edições anteriores.



A Trilha do Batom é um evento dedicado as jeepeiras, mas nem por isso excluí os jeepeiros, na verdade é um evento com brincadeiras sadias, voltado para toda a família. Harmonia, confraternização e brincadeiras offroad são características próprias do evento. Vejam mais fotos aqui.


A festa começou para muitos desde sexta-feira, mas foi no sábado que houve a abertura oficail e o inicio das aventuras offroad, com um passeio voltado para as meninas. Retornando a nossa base, a descontração marcou o resto do dia com direito a um belíssimo por do sol, passeio de barco sobre a areia, pancadão, fogueira, etc..




O domingo iniciou com alguns atolamentos e logo em seguida teve inicio as provas de circuito, onde as meninas deram mais um show e a família Kock superou as expectativas



Enfim, foi um final de semana maravilhoso, em companhia de velhos e novos amigos... 
Por mais eventos e finais de semana assim. 

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

O manual para encarar a lama sem drama

Um passeio de final de semana pode virar um pesadelo se o carro atolar no meio da viagem. Aprenda o que fazer para sair desse buraco

Não tem coisa melhor que aproveitar os dias de folga para viajar. Porém, o que seria o passeio dos sonhos pode virar um verdadeiro pesadelo se a família ficar com o veículo atolado no meio do nada. Isso ocorre diariamente com muita gente, principalmente com os carros de passeio, que não possuem capacidade de tração suficiente para sair desse tipo de situação.

Quando o carro atola, é hora de parar de acelerar.
Como aconteceu com o vendedor Gian Pier De Caprio, que passou uma madrugada inteira dentro do carro com mulher, dois filhos e a sogra. “Já era de noite, tentei ligar para todo mundo, mas, como estávamos longe, ninguém poderia nos socorrer. Então, ficamos lá mesmo”, diz. Só às 6 da manhã ele conseguiu socorro do pessoal do sítio aonde ele ia. Vieram três pessoas acudir com um carro, uma corda e uma pá.

Além do estresse e de acabar com a viagem de qualquer um, o perigo de ficar dentro do carro à noite pode ser ainda mais traumático. Com algumas regras básicas, você pode sair facilmente do buraco e aproveitar as férias como elas devem ser.

Uma das situações mais comuns, por exemplo, é encalhar na areia a caminho da praia. Nesse caso, pare de acelerar forte, que só vai piorar. Se o carro não se mover, é hora de sair do volante e avaliar o problema. Procure um pedaço de madeira ou utilize a calota do carro para começar a limpar o caminho dos pneus, cavando um trilho para que sirva como rota de fuga. Se puder, alivie um pouco o peso do veículo. Caso tenha muitas malas, tire-as para facilitar o trabalho.

O próximo passo é utilizar o macaco. Com uma tábua ou alguma superfície mais resistente, apoie-o para ele não afundar e levante o carro até tirar a roda do chão. Caso ele erga o carro e o pneu continue na areia, utilize o método do “macaco baiano”. “Basta cavar o chão e pôr o macaco sob a roda para levantá-la. Depois, coloque folhas, pedaços de galho, jornal ou até o tapete do carro embaixo do pneu”, diz Eduardo Sachs, diretor técnico do Rally dos Sertões.

Você não encontrou pedaços de madeira ou jornal e não quer saber de estragar o tapete do carro? Então abra a mala e pegue uma roupa velha ou que possa ser “sacrificada”. Isso também ajuda. Agora é só entrar no carro e acelerar devagar, enquanto as outras pessoas vão empurrando com força.

Uma dica para encarar a areia é reduzir a pressão dos pneus
Se você sabe com antecedência que vai encarar esse tipo de terreno, um boa dica é murchar o pneu antes de entrar na areia, baixando em geral para a metade do recomendado. Se a calibragem for 28 ou 30 libras, passe para 15. “A cada 10 segundos murchando o pneu, a pessoa baixa 1 libra em média. Com essa contagem, a pessoa deixa todos os pneus com a mesma calibragem”, diz Eduardo. Mas atenção: não se esqueça nesse caso de levar um compressor elétrico, desses que são ligados no acendedor de cigarro.

Ao entrar na areia, acelere e mantenha em marcha mais baixa. O importante não é velocidade e sim manter o giro do motor alto. Entre em segunda marcha, com 2.000 rpm, ou em primeira, com 4.000. Outro truque é também entrar na areia girando o volante de um lado para o outro. Conte “um, dois” e ao mesmo tempo gire um pouco para a direita, depois mais “um, dois” e vire para a esquerda. Quando for frear, faça sempre de forma suave, nunca bruscamente, para não cavar a areia ao parar e formar um buraco.

Para sair da lama, faça quase o mesmo. Se perceber que está atolando, pare, dê a ré o máximo possível e depois acelere para tentar vencer o obstáculo no embalo. Parou? Dê ré e repita a operação. “O importante é não ficar parado acelerando, porque assim se vai escorregando e atolando cada vez mais”, diz João Roberto Gaiotto, instrutor de cursos off-road.

Na lama, o importante é manter o giro alto
Ao enfrentar a lama, você não pode ir tão devagar como na areia. Se entrar muito rápido ou muito devagar, ele vai parar. Use a segunda ou a primeira marcha com uma rotação média, algo entre 1.500 e 3.000 giros. Se encalhou de vez, cave o terreno e tire o barro que fica na roda e que está à frente do pneu. Coloque pedras, pedregulhos ou pedaços de madeira sob o pneu, pois, ao acelerar, ele sairá. Nesse caso, galhos, jornal e roupa de nada irão adiantar. “Às vezes, dá até para colocar o estepe embaixo da própria roda, para servir de apoio”, afirma Eduardo Sachs.

Tração total, solução parcial

Ter um 4×4 não significa que ele nunca atolará. Que as chances são menores, sim, é verdade, mas sempre há o risco, ainda mais com pneus de asfalto ou de uso misto. O importante é lembrar-se de engatar o 4×4 antes de entrar no terreno perigoso. “Se atolar, examine qual a profundidade do problema, se não tem um buraco mais fundo escondido embaixo da lama, se ele está preso pela barriga ou por um pneu só”, diz João Roberto Gaiotto.

Com um 4×4, você entra no atoleiro um pouco devagar e depois acelera. Se entrar muito forte, é possível quebrar algo na parte da frente. “O veículo não pode entrar acelerando demais nem com marcha fraca. Se você errar, não vai dar tempo de puxar a marcha certa e ele provavelmente vai afundar”, diz Eduardo Sachs.

Olha a mão!

Empurrar um carro pode não ser tão fácil quanto você pensa. Colocar as mãos no meio da lataria, nas grades ou no farol não dará bom resultado. Evite empurrar pela parte plástica do veículo. Prefira pôr as mãos nas colunas, nos cantos e nas partes mais rígidas da estrutura.

GUIA DE PREVENÇÃO

Há no mercado de off-road equipamentos que podem salvar sua viagem. Mais indicados para picapes ou utilitários esportivos, eles são úteis em terrenos com muita areia ou lama pela frente.

Guincho elétrico


É só prender o cabo numa árvore ou pedra grande (com a ajuda de uma cinta de náilon) e ligar, que ele puxa o carro sozinho.

Cinta de náilon


Ideal para usar em volta de uma árvore, para ancorar o guincho. Também pode ser usada como uma corda para puxar o carro. Leve pelo menos duas, uma curta e outra longa.

Manilha


Serve para conectar cintas, cabos de aço e cordas em pontos de ancoragem no veículo, árvores ou rochas. É prudente levar duas peças para uso e uma de reserva.

Prancha ou esteira


Feita de aço ou alumínio, forma uma trilha firme e de alto atrito para o veículo passar por cima.

Macaco inflável


Versátil para içar qualquer carro ou SUV em até 70 cm em solos macios, como areia e lama.

Fonte: https://quatrorodas.abril.com.br/auto-servico/o-manual-para-encarar-a-lama-sem-drama/

terça-feira, 17 de outubro de 2017

1º EncaJeep

O final de semana prolongado foi marcado por dois grandes eventos de sucesso em nossa região: O 2ª Encontro de Jeepeiros de Itaocara e o 1º Encajeep.


O Encajeep teve sua abertura oficial com carreata em Homenagem a Nossa Senhora Aparecida, no dia 12 e seguiu até o dia 15.


Já o 2º Encontro de Jeepeiros de Itaocara aconteceu no sábado (14). Infelizmente, devido ao meu trabalho, não pude comparecer, mas mesmo assim fiquei feliz por dois motivos: em saber que o evento foi mais um sucesso e por a família Jeep Clube de Campos se fazer presente.  


Quanto ao Encajeep, além da abertura, só pude comparecer no domingo (15), em tempo suficiente de prestigiar algumas provas do evento, estar em contato com uma galera boa e ainda levar a primeira colocação na pista de obstáculos.



Enfim, para os amantes do off-road, o final de semana de feriadão foi repleto de aventuras. Que tenhamos muitos outros assim. Veja mais fotos


Quero parabenizar a galera do Ita jeep Clube (Batata, Hermes, Luizão, Silvinho e suas respectivas famílias), Marcos Gato e Mirinho Quintanilha pelo sucesso alcançado. PARABÉNS!!!

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Trilha da família

Neste final de semana eu e minha família, mais amigos do Jeep Clube de Campos e do Jeep Clube São joão da Barra, participamos da trilha da família promovida pelo JCC.


Como há muito não fazíamos tivermos a oportunidade de fugir de tudo e de todos por mais de 36h. Sem sinal de celular e muito menos de internet, passamos o final de semana, literalmente, no meio do mato, colocando os causos em dia, comendo muito, ouvindo o som do mato, o barulho das águas e fazendo trilha, é claro. 


Saímos de Campos sábado cedo, com destino a pousada Bela Joana, situada no interior do município de São Fidélis. Um pedacinho do paraíso, longe de tudo. Lá tivemos a oportunidade de recarregarmos nossas "baterias", para mais uma jornada. E até a hora de retornarmos, nos divertimos e muito.


Além do percurso de 26km em estrada de chão, até chegarmos ao nosso destino, tivemos oportunidade de fazer trilha em mata fechada, e agora temos motivo para retornar, pois precisamos fazer a devida marcação da trilha. 😅😄


Posso parecer "careta" mais o mundo precisa mais disso. Precisa de oportunidades para estarmos com pessoas que amamos e gostamos. Interagir mais e desconectar desse mundo corrido e tumultuado.  Confira mais fotos aqui.


Enfim, foi um final de semana maravilhoso. Espero poder vivenciar muitos outros assim. Grato a todos aqueles que direta ou indiretamente contribuíram para o sucesso dessa trilha. VQV!

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

A hora do reaperto


Tudo bem que, ao dirigir um veículo 4x4, temos a sensação de estarmos conduzindo um carro indestrutível. Porém, os cuidados com seu off-road são imprescindíveis para mantê-lo resistente por mais tempo. Um dos pontos principais é o "reaperto". Trilhas e estradas de terra fazem o carro contorcer-se e trepidar, condições ideais para que todas as peças se soltem. Após uma aventura off-road, é aconselhável lavar o carro (o que vai ajudar na hora de realizar o serviço e de verificar o estado de peças, chassis e lataria, e ainda vai deixar o carro mais bonito!) e realizar o reaperto. Confira como fazer:

Carroceria


Um dos ítens que mais sofrem com as trepidações e os "contorcionismos" do Jeep, a carroceria é presa ao chassis por nove pontos. Entre o chassis e a carroceria, existem calços de borracha. Nei Leles, proprietário da Oficina Minas Jeep, de Belo Horizonte-MG, recomenda a troca dos calços originais do Jeep pelos construídos com borracha de pneu. A maior rigidez deste tipo de calço possibilita apertos mais firmes. Além disso, ainda segundo Leles, o nível de desgaste e relaxamento dos calços originais é bem maior.

Suspensão


Este é outro ponto fundamental e de manutenção bem simples. Primeiro, deve-se apertar todos os grampos (parafusos em "U") que prendem os feixes de molas ao eixo. Em seguida, é a vez dos grampos dos próprios feixes, que também devem ser verificados. Os jumelos (peça que prende o feixe ao chassis) também devem ser apertados. Quanto aos amortecedores, basta conferir o estado das buchas e, a cada 10 mil quilômetros, retirá-los para verificar se existe vazamento de óleo e avaliar sua "atuação".

Direção


Este ítem é questão de segurança. Primeiro, observe o sistema de setor e barras enquanto outra pessoa movimenta o volante. Isto servirá para, am caso de folga, você identificar onde está o problema. Havendo folga nas barras, as soluções possíveis são apertar ou, se for o caso, trocar as ponteiras. Já o setor requer um trabalho especializado. É importante também verificar os três parafusos de fixação do setor ao chassis.

Rodas


Outro ponto onde é muito comum surgirem folgas, as rodas dianteiras devem ser verificadas. Para fazer a verificação, levante o carro e tente movimentá-la (como se fosse tirar a roda). Havendo folga, é necessário abrir a roda-livre, tirar a primeira porca e regular a segunda. Em seguida, a primeira porca deve ser recolocada e bem apertada.

Concluindo

Para finalizar o trabalho, verifique as fixações do cano de descarga, os grampos dos cardans e a travessa da caixa, onde recomenda-se, inclusive, a colocação de porcas "Parlock" ou auto-travantes.

Em relação ao motor, algumas peças, como o cabeçote, requerem ajustes. O ideal, neste caso, é levar o carro a uma oficina, já que estes ajustes exigem uma pressão exata.

Tomando estes cuidados periodicamente (para quem costuma fazer trilhas leves e médias, a cada 5 mil quilômetros), você terá o seu "indestrutível" por muito mais tempo. É simples e, muitas vezes, pode até ser bem divertido!

Fonte: http://www.planetaoffroad.com/p09a.htm

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Veja as alterações proibidas nos veículos de carga

Muitas vezes somos questionados pelos motoristas profissionais sobre as infrações mais frequentes flagradas pela PRF. Na coluna desta edição vamos falar sobre as modificações nos veículos que mais geram multas e polêmicas com os caminhoneiros.


Talvez a mais comum de todas as infrações por modificação seja a de alteração do sistema de iluminação. De acordo com as normas vigentes, o veículo só pode ter instalados luzes e faróis que tenham sido previstos pelo fabricante do cavalinho ou da carreta. Assim, qualquer elemento luminoso no veículo que não tenha nicho ou local próprio para instalação já previsto no seu projeto original pode ser enquadrado na infração de “Alteração de sistema de iluminação ou sinalização”.
Isso inclui faróis de milha, painéis luminosos com mensagens, faróis de LED e Xenon não originais de fábrica, fitas de LED, luzes traseiras ou dianteiras que não estejam no grupo ótico original, luzes de seta brancas ou de qualquer cor que não seja âmbar, amarelo ou laranja, dentre outras inovações.
Outra modificação polêmica é a de “arrebitar” a traseira do caminhão ou carreta. A Resolução 479/14 do CONTRAN tratou deste tema e estabeleceu algumas regras para os veículos de carga com PBT acima de 3.500 Kg: a suspensão do eixo dianteiro não pode ser modificada; caso haja modificação na suspensão a altura livre do solo deve constar no documento do caminhão; o ângulo do “arrebitamento” não pode ser maior do que dois graus.
Agora, como medir esses dois graus e saber se o “arrebitamento” está legalizado? Basta marcar dois pontos (X e Y) na longarina, no sentido do comprimento do veículo, distantes a exatamente 1 metro um do outro. Aí mede-se a distância para o chão no ponto X e depois a distância para o chão do ponto Y. A diferença entra a altura do ponto X ao chão e do ponto Y ao chão não pode ser maior do que 3,5 cm (ou 35 mm). Se estiver irregular, essa modificação pode ser enquadrada como alteração de característica original do veículo.
Exemplo de medição em veículo irregular


Por fim, outro acessório proibido e bastante utilizado são as capas de porcas de rodas do tipo “spike” ou americanas. Esses objetos pontudos foram proibidos pela Resolução 426/12 do CONTRAN.
Vale lembrar que estas três infrações citadas são do tipo grave, com multa de R$ 195,23, mais 5 pontos para o proprietário e podem causar a retenção do veículo até a regularização. Por isso, para evitar dores de cabeça, aproveite para dar uma conferida nesses itens e garantir uma viagem tranquila. Se ainda tiver alguma dúvida, procure um posto da PRF e converse com nossos policiais de plantão.

Fonte:http://www.ocarreteiro.com.br/veja-as-alteracoes-proibidas-nos-veiculos-de-carga/

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Bloqueadores

O diferencial central, também chamado de terceiro diferencial, equipa todos os modelos com transmissão 4x4 integral como o Lada Niva, toda a linha Land Rover, Mitsubishi Pajero, alguns modelos de Jeep Cherokee entre outros. Entende-se por tração integral a tração permanente nas quatro rodas. 

O diferencial central fica instalado na caixa de transferência e sua função é atuar nas curvas transferindo torque e velocidades diferentes para os eixos dianteiro e traseiro. Observe a ilustração. 


Observe que na curva, cada eixo está percorrendo uma distância diferente e algum recurso deverá entrar em ação para compensar essa diferença. Quando o eixo dianteiro iniciar a curva, oferecerá menor resistência ao desenvolver maior velocidade, e através do diferencial central receberá mais torque que o eixo traseiro. 

Mas o diferencial central funciona permanentemente, e em situações off-road, transferirá todo o torque para o eixo que tiver uma roda girando solta, sem contato com o piso. O diferencial central deixará sem nenhum torque o eixo que tem condições de tração e transferirá tudo para o eixo que tem uma roda patinando. Este eixo, por sua vez, terá seu diferencial retirando o torque da roda que tem tração, transferindo tudo para a roda que está girando no ar. O resultado é um veículo imóvel e sem condições de seguir adiante. 


Para evitar esse problema, o diferencial central conta com o recurso do bloqueio, que anula seu funcionamento transferindo continuamente o torque do motor para os dois diferenciais, o dianteiro e o traseiro. Isso vai possibilitar mais condições de tração em terrenos com pouco atrito como lama, areia, pedras soltas, subidas de rampas íngremes, descidas com forte inclinação e em valetas e erosões. 

Como funciona 

O acionamento do blocante de diferencial central é feito por comando elétrico no painel ou através de uma alavanca pequena, situada ao lado da alavanca de troca de marchas. Para desengatar o blocante, pare o veículo e desligue a chave no painel, ou coloque a alavanca na posição anterior. Caso a alavanca emperre ou o circuito ainda permaneça ativo, após desligar a chave, volte de ré alguns metros que o sistema se desengata sem maiores problemas.


Resumo 

O bloqueio do diferencial central é extremamente importante para a maioria das situações off-road. Mas nunca se esqueça que jamais se deve utilizá-los em situações onde exista atrito pleno com o solo, como em asfalto, concreto e estradas de terra com piso firme, pois o veículo não poderá fazer curvas com a mesma facilidade proporcionada pelo diferencial central, gerando risco de danos na caixa de transferência, além de dificultar a realização de curvas. 


Atenção sempre!

terça-feira, 12 de setembro de 2017

4ª Trilha da Serraria

Finalmente, conseguimos realizar mais uma Trilha da Serraria, embora não tenhamos conseguido fazer o tão sonhado encontro entre os caminhos da Serraria 1 e 2.


Após a tentativa frustrada de fazerem a "Serraria 4 - A Tentativa", em julho (a qual não pude participar) e depois de longa conversa, os participantes da trilha do último final de semana concluíram que está última foi a TRILHA DA SERRARIA 4.


Então após concentração em um posto da cidade, sábado bem cedo, seguimos para região de Rio Preto, de onde saímos para trilha após um momento de fé. 


A novidade, dessa vez, foi que não fui como "zequinha", finalmente,pude colocar o Bob Esponja (meu willys) na pista, digo na trilha.


Logo na subida, nosso amigo Claudinei fez arte e deitou sua Cherokee, para animar a galera. Outros carros, também, apresentaram probleminhas técnicos mas nada que não pudesse ser ajeitado...

 

Mesmo avançando um pouco mais, com relação a Serraria 3, ainda há cerca de 1km para concluirmos o tão desejado encontro. No entanto, esse percurso restante exigirá o desbastamento de diversas erosões e construção de pontes. provavelmente. Um dia chegaremos lá!


Antes da noite chegar motamos nosso acampamento, com direito a fogueira e boa música orquestrada pelo amigo Tiago Feijão.  Confiram mais fotos de nossa aventura aqui.


Sentimos falta de alguns parceiros dos eventos anteriores, que por motivo de força maior não puderam ser fazer presentes na Serraria 4 (até nosso cozinheiro oficial nos abandonou). Porém, tivemos a oportunidade de contar com a participação de "novos" e "antigos" jeepeiros que nos deram a honra de suas companhias.


Ao retornarmos no domingo, mais alguns carros tiveram contratempos, mas todos nos safamos bem.


Valeu galera! 
Que o Senhor nos proporcione a oportunidade de estarmos juntos em outras aventuras.