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terça-feira, 10 de outubro de 2017

Trilha da família

Neste final de semana eu e minha família, mais amigos do Jeep Clube de Campos e do Jeep Clube São joão da Barra, participamos da trilha da família promovida pelo JCC.


Como há muito não fazíamos tivermos a oportunidade de fugir de tudo e de todos por mais de 36h. Sem sinal de celular e muito menos de internet, passamos o final de semana, literalmente, no meio do mato, colocando os causos em dia, comendo muito, ouvindo o som do mato, o barulho das águas e fazendo trilha, é claro. 


Saímos de Campos sábado cedo, com destino a pousada Bela Joana, situada no interior do município de São Fidélis. Um pedacinho do paraíso, longe de tudo. Lá tivemos a oportunidade de recarregarmos nossas "baterias", para mais uma jornada. E até a hora de retornarmos, nos divertimos e muito.


Além do percurso de 26km em estrada de chão, até chegarmos ao nosso destino, tivemos oportunidade de fazer trilha em mata fechada, e agora temos motivo para retornar, pois precisamos fazer a devida marcação da trilha. 😅😄


Posso parecer "careta" mais o mundo precisa mais disso. Precisa de oportunidades para estarmos com pessoas que amamos e gostamos. Interagir mais e desconectar desse mundo corrido e tumultuado.  Confira mais fotos aqui.


Enfim, foi um final de semana maravilhoso. Espero poder vivenciar muitos outros assim. Grato a todos aqueles que direta ou indiretamente contribuíram para o sucesso dessa trilha. VQV!

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

A hora do reaperto


Tudo bem que, ao dirigir um veículo 4x4, temos a sensação de estarmos conduzindo um carro indestrutível. Porém, os cuidados com seu off-road são imprescindíveis para mantê-lo resistente por mais tempo. Um dos pontos principais é o "reaperto". Trilhas e estradas de terra fazem o carro contorcer-se e trepidar, condições ideais para que todas as peças se soltem. Após uma aventura off-road, é aconselhável lavar o carro (o que vai ajudar na hora de realizar o serviço e de verificar o estado de peças, chassis e lataria, e ainda vai deixar o carro mais bonito!) e realizar o reaperto. Confira como fazer:

Carroceria


Um dos ítens que mais sofrem com as trepidações e os "contorcionismos" do Jeep, a carroceria é presa ao chassis por nove pontos. Entre o chassis e a carroceria, existem calços de borracha. Nei Leles, proprietário da Oficina Minas Jeep, de Belo Horizonte-MG, recomenda a troca dos calços originais do Jeep pelos construídos com borracha de pneu. A maior rigidez deste tipo de calço possibilita apertos mais firmes. Além disso, ainda segundo Leles, o nível de desgaste e relaxamento dos calços originais é bem maior.

Suspensão


Este é outro ponto fundamental e de manutenção bem simples. Primeiro, deve-se apertar todos os grampos (parafusos em "U") que prendem os feixes de molas ao eixo. Em seguida, é a vez dos grampos dos próprios feixes, que também devem ser verificados. Os jumelos (peça que prende o feixe ao chassis) também devem ser apertados. Quanto aos amortecedores, basta conferir o estado das buchas e, a cada 10 mil quilômetros, retirá-los para verificar se existe vazamento de óleo e avaliar sua "atuação".

Direção


Este ítem é questão de segurança. Primeiro, observe o sistema de setor e barras enquanto outra pessoa movimenta o volante. Isto servirá para, am caso de folga, você identificar onde está o problema. Havendo folga nas barras, as soluções possíveis são apertar ou, se for o caso, trocar as ponteiras. Já o setor requer um trabalho especializado. É importante também verificar os três parafusos de fixação do setor ao chassis.

Rodas


Outro ponto onde é muito comum surgirem folgas, as rodas dianteiras devem ser verificadas. Para fazer a verificação, levante o carro e tente movimentá-la (como se fosse tirar a roda). Havendo folga, é necessário abrir a roda-livre, tirar a primeira porca e regular a segunda. Em seguida, a primeira porca deve ser recolocada e bem apertada.

Concluindo

Para finalizar o trabalho, verifique as fixações do cano de descarga, os grampos dos cardans e a travessa da caixa, onde recomenda-se, inclusive, a colocação de porcas "Parlock" ou auto-travantes.

Em relação ao motor, algumas peças, como o cabeçote, requerem ajustes. O ideal, neste caso, é levar o carro a uma oficina, já que estes ajustes exigem uma pressão exata.

Tomando estes cuidados periodicamente (para quem costuma fazer trilhas leves e médias, a cada 5 mil quilômetros), você terá o seu "indestrutível" por muito mais tempo. É simples e, muitas vezes, pode até ser bem divertido!

Fonte: http://www.planetaoffroad.com/p09a.htm

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Veja as alterações proibidas nos veículos de carga

Muitas vezes somos questionados pelos motoristas profissionais sobre as infrações mais frequentes flagradas pela PRF. Na coluna desta edição vamos falar sobre as modificações nos veículos que mais geram multas e polêmicas com os caminhoneiros.


Talvez a mais comum de todas as infrações por modificação seja a de alteração do sistema de iluminação. De acordo com as normas vigentes, o veículo só pode ter instalados luzes e faróis que tenham sido previstos pelo fabricante do cavalinho ou da carreta. Assim, qualquer elemento luminoso no veículo que não tenha nicho ou local próprio para instalação já previsto no seu projeto original pode ser enquadrado na infração de “Alteração de sistema de iluminação ou sinalização”.
Isso inclui faróis de milha, painéis luminosos com mensagens, faróis de LED e Xenon não originais de fábrica, fitas de LED, luzes traseiras ou dianteiras que não estejam no grupo ótico original, luzes de seta brancas ou de qualquer cor que não seja âmbar, amarelo ou laranja, dentre outras inovações.
Outra modificação polêmica é a de “arrebitar” a traseira do caminhão ou carreta. A Resolução 479/14 do CONTRAN tratou deste tema e estabeleceu algumas regras para os veículos de carga com PBT acima de 3.500 Kg: a suspensão do eixo dianteiro não pode ser modificada; caso haja modificação na suspensão a altura livre do solo deve constar no documento do caminhão; o ângulo do “arrebitamento” não pode ser maior do que dois graus.
Agora, como medir esses dois graus e saber se o “arrebitamento” está legalizado? Basta marcar dois pontos (X e Y) na longarina, no sentido do comprimento do veículo, distantes a exatamente 1 metro um do outro. Aí mede-se a distância para o chão no ponto X e depois a distância para o chão do ponto Y. A diferença entra a altura do ponto X ao chão e do ponto Y ao chão não pode ser maior do que 3,5 cm (ou 35 mm). Se estiver irregular, essa modificação pode ser enquadrada como alteração de característica original do veículo.
Exemplo de medição em veículo irregular


Por fim, outro acessório proibido e bastante utilizado são as capas de porcas de rodas do tipo “spike” ou americanas. Esses objetos pontudos foram proibidos pela Resolução 426/12 do CONTRAN.
Vale lembrar que estas três infrações citadas são do tipo grave, com multa de R$ 195,23, mais 5 pontos para o proprietário e podem causar a retenção do veículo até a regularização. Por isso, para evitar dores de cabeça, aproveite para dar uma conferida nesses itens e garantir uma viagem tranquila. Se ainda tiver alguma dúvida, procure um posto da PRF e converse com nossos policiais de plantão.

Fonte:http://www.ocarreteiro.com.br/veja-as-alteracoes-proibidas-nos-veiculos-de-carga/

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Bloqueadores

O diferencial central, também chamado de terceiro diferencial, equipa todos os modelos com transmissão 4x4 integral como o Lada Niva, toda a linha Land Rover, Mitsubishi Pajero, alguns modelos de Jeep Cherokee entre outros. Entende-se por tração integral a tração permanente nas quatro rodas. 

O diferencial central fica instalado na caixa de transferência e sua função é atuar nas curvas transferindo torque e velocidades diferentes para os eixos dianteiro e traseiro. Observe a ilustração. 


Observe que na curva, cada eixo está percorrendo uma distância diferente e algum recurso deverá entrar em ação para compensar essa diferença. Quando o eixo dianteiro iniciar a curva, oferecerá menor resistência ao desenvolver maior velocidade, e através do diferencial central receberá mais torque que o eixo traseiro. 

Mas o diferencial central funciona permanentemente, e em situações off-road, transferirá todo o torque para o eixo que tiver uma roda girando solta, sem contato com o piso. O diferencial central deixará sem nenhum torque o eixo que tem condições de tração e transferirá tudo para o eixo que tem uma roda patinando. Este eixo, por sua vez, terá seu diferencial retirando o torque da roda que tem tração, transferindo tudo para a roda que está girando no ar. O resultado é um veículo imóvel e sem condições de seguir adiante. 


Para evitar esse problema, o diferencial central conta com o recurso do bloqueio, que anula seu funcionamento transferindo continuamente o torque do motor para os dois diferenciais, o dianteiro e o traseiro. Isso vai possibilitar mais condições de tração em terrenos com pouco atrito como lama, areia, pedras soltas, subidas de rampas íngremes, descidas com forte inclinação e em valetas e erosões. 

Como funciona 

O acionamento do blocante de diferencial central é feito por comando elétrico no painel ou através de uma alavanca pequena, situada ao lado da alavanca de troca de marchas. Para desengatar o blocante, pare o veículo e desligue a chave no painel, ou coloque a alavanca na posição anterior. Caso a alavanca emperre ou o circuito ainda permaneça ativo, após desligar a chave, volte de ré alguns metros que o sistema se desengata sem maiores problemas.


Resumo 

O bloqueio do diferencial central é extremamente importante para a maioria das situações off-road. Mas nunca se esqueça que jamais se deve utilizá-los em situações onde exista atrito pleno com o solo, como em asfalto, concreto e estradas de terra com piso firme, pois o veículo não poderá fazer curvas com a mesma facilidade proporcionada pelo diferencial central, gerando risco de danos na caixa de transferência, além de dificultar a realização de curvas. 


Atenção sempre!

terça-feira, 12 de setembro de 2017

4ª Trilha da Serraria

Finalmente, conseguimos realizar mais uma Trilha da Serraria, embora não tenhamos conseguido fazer o tão sonhado encontro entre os caminhos da Serraria 1 e 2.


Após a tentativa frustrada de fazerem a "Serraria 4 - A Tentativa", em julho (a qual não pude participar) e depois de longa conversa, os participantes da trilha do último final de semana concluíram que está última foi a TRILHA DA SERRARIA 4.


Então após concentração em um posto da cidade, sábado bem cedo, seguimos para região de Rio Preto, de onde saímos para trilha após um momento de fé. 


A novidade, dessa vez, foi que não fui como "zequinha", finalmente,pude colocar o Bob Esponja (meu willys) na pista, digo na trilha.


Logo na subida, nosso amigo Claudinei fez arte e deitou sua Cherokee, para animar a galera. Outros carros, também, apresentaram probleminhas técnicos mas nada que não pudesse ser ajeitado...

 

Mesmo avançando um pouco mais, com relação a Serraria 3, ainda há cerca de 1km para concluirmos o tão desejado encontro. No entanto, esse percurso restante exigirá o desbastamento de diversas erosões e construção de pontes. provavelmente. Um dia chegaremos lá!


Antes da noite chegar motamos nosso acampamento, com direito a fogueira e boa música orquestrada pelo amigo Tiago Feijão.  Confiram mais fotos de nossa aventura aqui.


Sentimos falta de alguns parceiros dos eventos anteriores, que por motivo de força maior não puderam ser fazer presentes na Serraria 4 (até nosso cozinheiro oficial nos abandonou). Porém, tivemos a oportunidade de contar com a participação de "novos" e "antigos" jeepeiros que nos deram a honra de suas companhias.


Ao retornarmos no domingo, mais alguns carros tiveram contratempos, mas todos nos safamos bem.


Valeu galera! 
Que o Senhor nos proporcione a oportunidade de estarmos juntos em outras aventuras.

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Lona de caminhão: saiba como escolher o material ideal para proteger a carga

Tem gente que acha que lona é tudo a mesma coisa, mas não é não. Se liga aí:


Para cada tipo de carga existe a cobertura mais adequada, que leva em conta os materiais de proteção, além da qualidade.

Veja abaixo algumas dicas para escolher a lona ideal:


Materiais x Carga


Lona produzida em PVC: mais indicada para cargas de grãos, areia, pedra, cimento, carvão e adubo.
Lona de algodão: para cargas mais secas como sacarias de farinha, café e açúcar
Tela: mais usada para proteger a caçamba.


Qualidade


Além de levar em conta o tipo de carga que costuma transportar, o carreteiro deve avaliar a qualidade da lona antes da compra.

No caso da lona de PVC, o ideal é optar por um produto com resistência à temperatura, impermeável e que possua garantia de fábrica.

Analise a embalagem do produto, de preferência que seja feita com o próprio material. É importante verificar a qualidade das bainhas e das argolas da lona. 


Tamanho


Além de ficar atento ao tipo de material, é preciso observar também o tamanho da carreta, pois a proteção precisa cobrir toda carga para evitar o derrame da carga nas vias de tráfego, causando prejuízos e possíveis acidentes.

Também é importante estar atento à data de validade do material e da sua utilização. A vida útil da lona depende também da amarração, limpeza e manutenção.